quinta-feira, 29 de setembro de 2011

ONG DESPRETAI, AJA E CASA DIA SE UNEM NO COMBATE AO CRACK

ONG Despertai, AJA e Casa Dia se unem na luta contra o crack.
Visto que o crack é a a maior epidemia do século XXI, e que a cidade de Rio Claro não conta com nenhum apoio ao problema, as três entidades se unem para levarem campanhas de prevenção aos jovens, campeonatos esportivos e consultoria e orientação familiar gratuita aos bairros de periferia.
Através do projeto : "Crack, só se for de bola", da associação Juventude Ativa, os jovens levam a campanha para outros jovens do bairro Santa Elisa, onde se encontra o Projeto DESPERTAI, de Geraldo Gandolfo, além do mais, irão promover campeonatos esportivos mostrando que o esporte é um viés contra as drogas, e formando os grupos: JUVENTUDE ATIVA É JUVENTUDE SEM DROGA, que ficarão responsaveis por efetivar a campanha e dar continuidade dentro de seus grupos. Visando o envolvimento da Familia, a Casa Dia- Entidade de tratatemento de dependentes quimicos em Rio Claro, levará orientação gratuita às familias de dependentes, para saberem como agir com seus entes e como seria a abordagem para uma possivel reabilitação.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sociedade Civil: Órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador

Sociedade Civil: Órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador.

Chegamos ao ápice da sociedade Moderna, os avanços tecnológicos nos colocam como seres fantásticos, criadores e precursores de engenhos que facilitam nossas vidas e nos elevam como a era do homo sapiens mais evoluído, não obstante, nos deparamos com uma contradição no percurso dessa história, pois a mesma sociedade que é protagonista se torna antagonista nas questões sociais, se abstendo de um dever e direito conquistado ao longo do tempo.
Em rodas de conversas, em grupos de discussão, a política é sempre pauta de debates, e os poderes legislativo e executivo estão na mira de criticas e indagações, claro, nada mais justo do que fazer análise do trabalho daqueles que colocamos para nos representar, no entanto, a sociedade civil esqueceu-se de que também faz parte do processo político, e tem como direito constituinte, ser um órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador.
Consultivo: pois todas as resoluções que o legislativo e executivo demanda, mediante a chamada: democracia participativa, a sociedade deve ser previamente consultada.
Deliberativo: pois as questões que entrariam em vigor, seriam as que a sociedade deliberasse como prioridade para sua comunidade, e os poderes legislativo e executivo ficassem incumbidos de executá-las.
Fiscalizador: pois seria o órgão encarregado de fiscalizar o legislativo e executivo, para terem a certeza de que estão representando verdadeiramente o interesse da sociedade.
Tornamos-nos tão acomodados com a conjuntura política que se arrasta à décadas, que nos limitamos a um único direito: o de reclamar. Renato Russo me chama muito atenção quando cita uma frase : “As palavras não me convencem mais, então por favor, me mostre, demonstre”. Não me refiro ao direito de critica e liberdade de expressão e pensamento, mas sim, o de ação, construção, e para isso, as palavras apenas não bastam.
Historicamente, a era dos anos de chumbo- década de 60,70 e 80- foi a época em que a sociedade civil sentiu-se obrigada a se unir e sair as ruas para exigir seus direitos que se viam cerceados pelo regime militar. Hoje, não possuímos a luta de maior expressão, que era contra a ditadura, mas possuímos outras bandeiras a serem combatidas, como a lavagem de dinheiro publico, corrupção ativa, ensino de péssima qualidade, saúde as traças, a segurança que deixa a desejar, dentre outros. Se não nos prontificarmos a fiscalizar e exigir nossos direitos, quem fará isso?
Acreditar na política, é acreditar na mudança, mas a principal mudança se começa na sociedade, pois ninguém constrói a torre,  se não se construir a base primeiro, e a população formada e evoluída culturalmente, é a base de qualquer construção sólida.
Será que precisaremos de mais uma ameaça de reclusão de direitos para a acordarmos e começarmos a agir? Como diz o poeta: Se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor.  

terça-feira, 16 de agosto de 2011

LIBERDADE ?

ARTIGO

CAROL GOMES

LIBERDADE ?


O direito à liberdade, de forma ampla e genérica, é afirmado no caput do art. 5º da Constituição Federal de 1988. Trata-se da própria essência dos direitos fundamentais de primeira geração (por isso mesmo também denominados liberdades públicas).


A ideia de liberdade de atuação do indivíduo perante o Estado traduz o cerne da ideologia liberal, de que resultaram as revoluções do final do século XVIII e início do século XIX. A doutrina essencial do laissez faire (livre mercado) exigia a redução da esfera de atuação do estado e de sua ingerência nos negócios privados a um mínimo absolutamente necessário.

Já se ressaltou que, do lema da Revolução Francesa - liberdade, igualdade e fraternidade -, foi sem dúvida a liberdade o axioma mais encarecido originalmente pelo liberalismo. Como ideologia da classe burguesa triunfante sobre o absolutismo, interessava mais aos capitalistas de então a defesa da liberdade negocial do que uma atuação tendente à obtenção de uma igualdade material, efetiva, no seio da sociedade. A liberdade assegurada no caput do art. 5º deve ser tomada em sua mais ampla acepção. Compreende não só a liberdade física, de locomoção, mas também a liberdade de crença, de convicções, de expressão de pensamento, de reunião, de associação etc.

Muito se fala em liberdade, mas será que a praticamos?

Temos o direito de ir e vir, a suposta liberdade de expressão, leis que asseguram a inviolabilidade de nossa privacidade, garantindo, assim, a nossa liberdade, mas somos realmente livres?

A sociedade criou suas regras, o que é certo e errado. O que é bom e ruim. O que é do bem e do mal. Se seguimos uma crença, e somos vítimas de preconceito por tal ação, dizem que estão no direito deles, protegido pela liberdade de expressão. Se possuímos uma orientação sexual diferente da que a sociedade impõe como correta, somos novamente vítimas de preconceitos. Cor, etnia, gênero são fatores que nos levam a refletir sobre o tema desse artigo. Liberdade?

Sim, possuímos a liberdade de fazer nossas escolhas, mas esquecemos que o núcleo da palavra é ligado a uma outra, que se denomina: Respeito. Sem Respeito, a real liberdade não existe.

Não há como garantir o nosso espaço sem aceitar o do próximo.

Outro princípio da Liberdade se denomina: Igualdade.

Sem ela não somos indivíduos livres. O princípio da igualdade determina que seja dado tratamento igual aos que se encontram em situação equivalente e que sejam tratados de maneira desigual os desiguais, na medida de suas desigualdades. Igualdade na lei e igualdade perante a lei. Infelizmente, não é isso que ocorre em nossa sociedade. O parâmetro diferenciador é o que prevalece como arbitragem.

“Esse emprego não é para mulher, prefiro um adulto trabalhando aqui. Esse cargo ficaria melhor para um branco. Não contrato homossexuais.” Infelizmente, essa é a liberdade em que vivemos.

Só conseguiremos chamar de livre um povo que consiga expressar suas ideias sem repressão, que o gênero não determine e nem qualifique um ser humano para um emprego, onde a cor não interfira nas relações sociais, a opção sexual não seja alvo de violências e que possamos enfim adotar a democracia como verdadeiro sistema de nosso país e, assim, conseguindo conquistar a liberdade em seu mais autêntico significado.



(A autora é presidente da Associação Juventude Ativa -AJA, e estudante de Direito)

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/Colaboradores/colaboradores/77661-Liberdade

domingo, 10 de abril de 2011

Sim ao Desarmamento-apenas o início da caminhada

O foco do debate da Frente Parlamentar Brasil sem Armas foi mostrar que, embora a proibição do comércio de armas de fogo e munição não fosse suficiente para resolver a questão da criminalidade era uma forma de reduzir homicidios por uso irrefletido de armas ou por acidentes com elas. Conflitos banais, muitas vezes, transfiguravam-se em tragédias pela simples presença de um revolver, de uma pistola.
Nos casos de Brigas de transito, nos bares, nos campos de futebol, discussões entre familiares ou conhecidos, a tendencia no calor da situação é usar a arma, se essa estiver à mão. Caso contrário, o conflito- vencido o impulso da reação imediata-, tende a arrefacer, sem que redunde em homicidio ou produza ferimentos graves. Além dos crimes por motivos banais, as armas de fogo também são responsaveis por um grande numero de acidentes, muitos dos quais, envolvendo crianças. Por dia, de cada tres crianças atendidas em hospitais brasileiros com ferimentos por armas de fogo, duas delas foram atingidas por esses artefatos.
Apresentamos, ainda, a pesquisa da UNESCO, no Brasil, em 2002, na qual revela-se os jovens também são as principais vítimas das armas de fogo.
38,8% das mortes de jovens entre 15 e 24 anos de idade foram ocasionados por arma de fogo e 16% por acidentes de trânsito. Tais estatisticas colocam o Brasil no primeiro lugar em numeros de mortes de jovens nessas circunstancias. Somos o país em que mais se mata e mais se morre por arma de fogo no Planeta, diz a ONG Viva Rio.
E  mais: ao compararmos armas de fogo com armas brancas percebemos que 63,9% dos homicidos são cometidos pelas primeiras, enquanto 19,8% são causados por facas e outras da mesma natureza. Outra estatistica estarrecedora : a chance de morte por agresão com arma de fogo é de 75%, contra 36% com armas brancas.
Em quatro anos, de 1979 a 2003, meio milhão de pessoas morreram no Brasil em consequencia de tiro. Todas essas informações, e muitas outras, foram fortemente divulgadas durante a campanha da frente Paralmentar Brasil sem Armas, que antagonizou o debate com a Frente Parlamentar a Favor do Direito de Defesam que defendia o Não à proibição.

quinta-feira, 24 de março de 2011

HORA DO PLANETA

Artigo
 
HORA DO PLANETA
 
A lógica da globalização vem se impondo sobre a própria existência do nosso planeta. A devastação chegou a tal ponto que o aquecimento global é hoje uma realidade inconteste, que preocupa todos os povos. Durante muito tempo o ser humano consumiu de forma predatória os recursos naturais, sem pensar nas consequencias disso a longo prazo. Agora, o Planeta começa a dar sinal de que essa situação não é sustentável por muito tempo.
No Brasil não é diferente. Pussuimos a maior floresta tropical do mundo, com a maior reserva de água doce. Muito se tem falado de sua preservação e da "incapacidade" dos brasileiros de cuida-la. De fato nosso país, não tem tratado da Amazonia como deveria. Dados recentes do instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) demonstram que o desmatamento da Amazônia continua em ritmo acelerado.
Não somos inocentes e sabemos muito bem o que há por trás desta súbita "preocupação" das grandes potencias com a floresta amazônica.Há muito que ela é alvo de cobiça internacional. Apesar de seu aparente viés "ambientalista", as tentativas de ingerência externa são na verdade motivadas pela sanha do dinheiro e pelo controle de áreas estratégicas. As potências são as mesmas que produzem 60% da poluição do planeta e que se recusaram uma vez, a assinar o Protocolo de Kyoto.
A luta contra o desmatamento é urgente e fundamental.Mas ela dever ser encarada, ao tratar do Ecossistema brasileiro, como um assunto que diz respeito essencialmente ao nosso povo.Queremos impulsionar o desenvolvimento econômico e social, levando em conta os impactos ambientais e a preservação da biodiversidade brasileira. Só um modelo de desenvolvimento sustentável e planejado poderá evitar a devastação de nossa mata nativa. Isso vale não apenas para a região amazonica, mas também para outros importantes ecossistemas brasileiros-como o cerrado, Pantanal e a Mata Atlântica-, que dia após dia se transformam em pastos e em enormes campos de soja e eucalipto. Devido à falta de investimentos ainda não há efetiva atuação e integração da fiscalização ambiental em nosso país que possibilite a punição daqueles que destroem nossos biomas.
Em Rio Claro, a falta de fiscalização e punição para nossa Floresta Estadual também é muito grande. O desmatamento ocorre aos nossos olhos e infelizmente, nos encontramos com as mãos atadas, sem poder fazer absolutamente nada.
A "HORA DO PLANETA", Um evento de âmbito mundial, onde orienta as pessoas a apagarem as luzes por uma hora- das 20h30 às 21h30-, ocorrerá neste sábado, dia 26/03. Em nossa cidade, estudantes, entidades, sociedade civil, se reúnem para promoverem um ato em praça publica, integrando a cultura à sustentabilidade, trazendo a população a debater sobre o meio ambiente e os pontos ecológicos de nossa Rio Claro. A conscientização e a orientação ambientalista de nossa sociedade, deve vir incorporada a bandeira da inclusão da educação sócio-ambiental nos currículos escolares e em sua plataforma politica, como parte de maus tratos ao meio ambiente em nosso país, relançando campanhas em defesa do meio ambiente, abordando o desenvolvimento e a preservação de forma concatenada com a questão da soberania nacional, e levando em conta, as comunidades que lá vivem. Não devemos condenar o desenvolvimento e optar por uma visão "santuarista" da natureza, mas sim, compreender a necessidade do desenvolvimento econômico e condenando a destruição do planeta a qualquer custo.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Para a educação evoluir

Muito se ouve falar em reforma educacional, sucateamento do ensino e desvalorização do professor, são problemas, dentre outros, que todos sabemos que existem e nas discussões para levantar soluções para estes, gera-se sempre a pergunta : "Qual escola queremos?" Para aqueles que participaram,devem se lembrar que este foi o tema da conferência da educação em 2009.
As demandas que foram tiradas na etapa municipal e levadas à estadual e nacional, salientaram muito as questões orçamentarias, conselhos e o FUNDEB, temas específicos em debate.
No entanto, a questão cultural dentro das escolas é pouco debatida e questionada. O ensino médio, estatisticamente falando, é o mais evasivo e fraco do país, muitos adolescentes que chegam até ele, desistem por falta de interesse e motivação, pela exaustiva grade curricular, péssima infra-estrutura e materiais didáticos que tiram a autonomia do educador.Dos que conseguem chegar ao EM, metade não concluem, e dos que concluem, 90% não aprendem o minimo necessário.
Laboratórios de ciência e informática fechados, bibliotecas com as portas abaixadas, salas de aulas sem ventilação,quadras de esportes destruidas, isso, é só um pouco do que os estudantes do ensino médio publico brasileiro enfrentam.
Estamos na era da evolução tecnológica, onde o jovem está se predispondo como protagonista de situações e da historia, no entanto, a coisa mais essencial na vida de um adolescente, a escola e a educação, não evoluem, pararam literalmente no tempo.Segundo o Índice de Educação Basica-IDEB, o ensino fundamental, teve uma melhora de 2009 pra cá, de 4, passou para 4,6, já o ensino médio, não saiu da nota 3,6. Se tornou desmotivador "ir à escola", pois estudantes passaram a enxerga-la apenas como uma preparação para o vestibular e retirada de um diploma e não, uma preparação para a vida.
Em vez de aplicarem conteúdos voltados ao vestibular ou ao mercado de trabalho imediato, as escolas deveriam focar nas disciplinas que ampliam o entendimento do mundo em que vivem, com noções de política, filosofia, sociologia, ciências, português e matemática, gerando a interdisciplinariedade e aplicando em situações do cotidiano do jovem, mostrando a importância daquele conhecimento para sua vida.
Uma nova proposta para a melhora do ensino é desenvolvida no Senado, através do Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF), O : " Programa federal de educação integral de qualidade para todos". Esse programa incluirá cerca de 3 milhões de estudantes por ano, estendendo a carga curricular para período integral, além de aumentar o salario do professor, dos atuais R$1.300, para R$4.000. Escolas contarão com infra-estrutura adequada ao recebimento desses estudantes. A proposição, autoriza ainda o executivo, a criar a carreira nacional do magistrado da educação básica.
São projetos que enfatizam o desejo de fazer com que a educação brasileira dê um salto no sentido ao desenvolvimento, porém, para realmente avançarmos na questão educacional, projetos de melhorias externas e ampliação de carga curricular são muito importantes, mas de nada vale, se não corrigirmos também, os problemas internos, trazendo o estudante a se motivar e ter prazer pelo conhecimento.
Para a educação evoluir, devemos ter nossos professores muito valorizados, nossas escolas com infra-estrutura adequada para comportar determinado contingente de estudantes, uma grade curricular que se adapte ao que o jovem busca para o seu futuro profissional, e que a educação consiga ser ampliada, atingindo o objetivo de formar o jovem academico e o jovem cidadão.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

JUVENTUDE E PARTICIPAÇÃO POLITICA

Carol Gomes








Quando analisamos pelo contexto histórico, refletimos sobre o passado de "lutas" travadas na conquista de direitos e liberdades, logo nos remete à lembrança, os jovens estudantes secundaristas e universitários que saíram às ruas exigindo democracia, liberdade de expressão e soberania popular, como eleições diretas. Não obstante, ao comparar a juventude de ontem com a de hoje, nos deparamos com uma classe alienada e apática as causas sociais, bem como, a política. Mas transferir a culpa dessa relutância no envolvimento do jovem à somente eles, é um procedimento equivocado.
A falta de incentivo a essa geração na participação da vida pública é muito grande. Começando nas escolas, onde o adolescente está amadurecendo a sua personalidade e obtendo opiniões formadas sobre assuntos, e política, não é pauta das discussões em salas de aula, raras são as escolas que incentivam seus estudantes a se envolverem em grupos políticos, como: Grêmios Estudantis; D.C.E"S; Hip-Hop; Cultura, entidades de juventude em geral. O objetivo é: formar indivíduos preparados para o vestibular e mercado de trabalho, e não, cidadãos conscientes de seus deveres cívicos. Há uma citação que diz: "O homem, costuma negar tudo aquilo que não compreende", ou seja, não são os jovens que não gostam de política, desconhecem a verdadeira forma de fazê-la, atribuindo sua prática à apenas o que as mídias costumam mostrar.
A juventude precisa tomar decisões tão importantes, como: A Profissão que irá seguir, qual faculdade irá fazer, o tão sonhado primeiro emprego, porém, na principal decisão que tomará as rédeas do seu destino, de sua familia e amigos : O voto, eles preferem se omitir, no entanto, quando questionados sobre o que mudariam em sua sociedade, a resposta é sempre a mesma: A política.
Para mudar, devemos atiçar a nossa crítica, mas principalmente, a nossa autocrítica. Qual Papel estamos desempenhando na contribuição às transformações sociais? É participando de entidades de juventude, estudantis, cultural, social, esportiva, a qual o jovem e sua "tribo" mais se identificarem, e que tenham, um cunho social, onde desenvolverão Políticas Públicas, aprendendo que, projetos não são somente construídos com a política partidária, podendo assim, transformar a realidade de uma comunidade. É essa geração que deve iniciar a mudança, dando cara a uma outra política, a política que verdadeiramente queremos, pois a juventude é o presente, e o futuro do país, a ela pertence.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

2011- A juventude contra as drogas

Carol Gomes



Em 2010, o governo federal deliberou uma de suas principais tarefas para o ano de 2011: A luta contra o “crack”. Dados estatísticos comprovam a incidência e o aumento gradativo da procura pela droga, principalmente pelos jovens. Ela acaba por atingir todas as classes sociais, por ser uma droga barata e extasiante, no entanto seus efeitos são a curto prazo, duram no máximo 15 minutos, o que já é suficiente para viciar no primeiro uso.
Autoridades e líderes de governo já classificaram esse mal como caso de Saúde Pública. Em Rio Claro, a União Municipal dos Estudantes Secundaristas - Umes Rio Claro, com o intuito de legitimar essa luta, lança a campanha “Crack, só se for de bola”, juntamente com outras entidades, autarquias, ONGs, terceiro setor, governo, iniciativa privada e meios de comunicação, fazendo uma grande mobilização em Rio Claro, com o papel de conscientizar a juventude, através da: Educação, Cultura, Saúde, Esporte, Segurança, e demais políticas públicas.
Descentralizar a informação, levar a campanha aos bairros da periferia, atingindo todos os grupos e tribos, conseguindo com que o jovem obtenha orientação através de uma linguagem clara e dinâmica, pela qual a própria juventude promova o debate e seja protagonista da solução.A Umes Rio Claro - reestruturada há dois anos, veio com o ideal de renovar o rumo da educação e da juventude por meio de campanhas sócio-culturais, socioeducativas, eventos e atividades que congreguem os jovens -, mostra que podemos construir juntos, com pessoas com a mesma intenção de mudança, uma nova cara para nossa sociedade. A entidade abraça essa campanha, colocando nossos jovens na linha de frente e chamando a família rio-clarense para compor junto, afinal, não há saídas individuais para problemas coletivos.