Muito se ouve falar em reforma educacional, sucateamento do ensino e desvalorização do professor, são problemas, dentre outros, que todos sabemos que existem e nas discussões para levantar soluções para estes, gera-se sempre a pergunta : "Qual escola queremos?" Para aqueles que participaram,devem se lembrar que este foi o tema da conferência da educação em 2009.
As demandas que foram tiradas na etapa municipal e levadas à estadual e nacional, salientaram muito as questões orçamentarias, conselhos e o FUNDEB, temas específicos em debate.
No entanto, a questão cultural dentro das escolas é pouco debatida e questionada. O ensino médio, estatisticamente falando, é o mais evasivo e fraco do país, muitos adolescentes que chegam até ele, desistem por falta de interesse e motivação, pela exaustiva grade curricular, péssima infra-estrutura e materiais didáticos que tiram a autonomia do educador.Dos que conseguem chegar ao EM, metade não concluem, e dos que concluem, 90% não aprendem o minimo necessário.
Laboratórios de ciência e informática fechados, bibliotecas com as portas abaixadas, salas de aulas sem ventilação,quadras de esportes destruidas, isso, é só um pouco do que os estudantes do ensino médio publico brasileiro enfrentam.
Estamos na era da evolução tecnológica, onde o jovem está se predispondo como protagonista de situações e da historia, no entanto, a coisa mais essencial na vida de um adolescente, a escola e a educação, não evoluem, pararam literalmente no tempo.Segundo o Índice de Educação Basica-IDEB, o ensino fundamental, teve uma melhora de 2009 pra cá, de 4, passou para 4,6, já o ensino médio, não saiu da nota 3,6. Se tornou desmotivador "ir à escola", pois estudantes passaram a enxerga-la apenas como uma preparação para o vestibular e retirada de um diploma e não, uma preparação para a vida.
Em vez de aplicarem conteúdos voltados ao vestibular ou ao mercado de trabalho imediato, as escolas deveriam focar nas disciplinas que ampliam o entendimento do mundo em que vivem, com noções de política, filosofia, sociologia, ciências, português e matemática, gerando a interdisciplinariedade e aplicando em situações do cotidiano do jovem, mostrando a importância daquele conhecimento para sua vida.
Uma nova proposta para a melhora do ensino é desenvolvida no Senado, através do Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF), O : " Programa federal de educação integral de qualidade para todos". Esse programa incluirá cerca de 3 milhões de estudantes por ano, estendendo a carga curricular para período integral, além de aumentar o salario do professor, dos atuais R$1.300, para R$4.000. Escolas contarão com infra-estrutura adequada ao recebimento desses estudantes. A proposição, autoriza ainda o executivo, a criar a carreira nacional do magistrado da educação básica.
São projetos que enfatizam o desejo de fazer com que a educação brasileira dê um salto no sentido ao desenvolvimento, porém, para realmente avançarmos na questão educacional, projetos de melhorias externas e ampliação de carga curricular são muito importantes, mas de nada vale, se não corrigirmos também, os problemas internos, trazendo o estudante a se motivar e ter prazer pelo conhecimento.
Para a educação evoluir, devemos ter nossos professores muito valorizados, nossas escolas com infra-estrutura adequada para comportar determinado contingente de estudantes, uma grade curricular que se adapte ao que o jovem busca para o seu futuro profissional, e que a educação consiga ser ampliada, atingindo o objetivo de formar o jovem academico e o jovem cidadão.
As demandas que foram tiradas na etapa municipal e levadas à estadual e nacional, salientaram muito as questões orçamentarias, conselhos e o FUNDEB, temas específicos em debate.
No entanto, a questão cultural dentro das escolas é pouco debatida e questionada. O ensino médio, estatisticamente falando, é o mais evasivo e fraco do país, muitos adolescentes que chegam até ele, desistem por falta de interesse e motivação, pela exaustiva grade curricular, péssima infra-estrutura e materiais didáticos que tiram a autonomia do educador.Dos que conseguem chegar ao EM, metade não concluem, e dos que concluem, 90% não aprendem o minimo necessário.
Laboratórios de ciência e informática fechados, bibliotecas com as portas abaixadas, salas de aulas sem ventilação,quadras de esportes destruidas, isso, é só um pouco do que os estudantes do ensino médio publico brasileiro enfrentam.
Estamos na era da evolução tecnológica, onde o jovem está se predispondo como protagonista de situações e da historia, no entanto, a coisa mais essencial na vida de um adolescente, a escola e a educação, não evoluem, pararam literalmente no tempo.Segundo o Índice de Educação Basica-IDEB, o ensino fundamental, teve uma melhora de 2009 pra cá, de 4, passou para 4,6, já o ensino médio, não saiu da nota 3,6. Se tornou desmotivador "ir à escola", pois estudantes passaram a enxerga-la apenas como uma preparação para o vestibular e retirada de um diploma e não, uma preparação para a vida.
Em vez de aplicarem conteúdos voltados ao vestibular ou ao mercado de trabalho imediato, as escolas deveriam focar nas disciplinas que ampliam o entendimento do mundo em que vivem, com noções de política, filosofia, sociologia, ciências, português e matemática, gerando a interdisciplinariedade e aplicando em situações do cotidiano do jovem, mostrando a importância daquele conhecimento para sua vida.
Uma nova proposta para a melhora do ensino é desenvolvida no Senado, através do Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF), O : " Programa federal de educação integral de qualidade para todos". Esse programa incluirá cerca de 3 milhões de estudantes por ano, estendendo a carga curricular para período integral, além de aumentar o salario do professor, dos atuais R$1.300, para R$4.000. Escolas contarão com infra-estrutura adequada ao recebimento desses estudantes. A proposição, autoriza ainda o executivo, a criar a carreira nacional do magistrado da educação básica.
São projetos que enfatizam o desejo de fazer com que a educação brasileira dê um salto no sentido ao desenvolvimento, porém, para realmente avançarmos na questão educacional, projetos de melhorias externas e ampliação de carga curricular são muito importantes, mas de nada vale, se não corrigirmos também, os problemas internos, trazendo o estudante a se motivar e ter prazer pelo conhecimento.
Para a educação evoluir, devemos ter nossos professores muito valorizados, nossas escolas com infra-estrutura adequada para comportar determinado contingente de estudantes, uma grade curricular que se adapte ao que o jovem busca para o seu futuro profissional, e que a educação consiga ser ampliada, atingindo o objetivo de formar o jovem academico e o jovem cidadão.

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